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Moro foge de mais um debate, desta vez o convite foi do Prerrogativas

sergio moro podemos

O ex-juiz e ex-ministro Sergio Moro (Podemos) fugiu de mais um debate. Desta vez, o convite foi feito pelo grupo Prerrogativas, para que Moro participasse de um debate público. Em resposta, Moro disse que não deseja participar do “clube”.

O Prerrô, como assim é conhecido, reúne advogados de diversas áreas. O grupo se define como “nascido da indignação, alimentado na troca de ideias progressistas, para resistir e lutar contra o autoritarismo”. Seus integrantes questionam a atuação do ex-juiz à frente da Lava Jato, pela qual ele foi declarado parcial e suspeito nos processos contra o ex-presidente Lula (PT).

Moro recusa debater com o grupo Prerrogativas

Em entrevista à coluna Painel, da Folha de S. Paulo, o advogado e coordenador do Prerrô, Marco Aurélio de Carvalho falou sobre o convite para o debate. “Estamos convidando o ex-juiz Moro para um debate público sobre o sistema de Justiça. Queremos saber se ele tem coragem e espírito público para aceitar”, disse.

O desafio veio após uma entrevista concedida por Moro à revista Veja, em que ele afirma que os advogados do Prerrogativas “trabalham pela impunidade de corruptos”. Augusto de Arruda Botelho, que faz parte do grupo, também reforçou o convite em seu perfil no Twitter.

“Gostaríamos de te convidar para um debate sobre a Lava Jato, reforma da justiça e combate à corrupção. Podemos escolher em conjunto a plataforma, regras e mediador(a). Topa?”, escreveu Botelho.

Pouco tempo após o convite, Moro se esquivou, afirmando que toparia conversar se fosse com o “chefe” deles, “o Lula, a qualquer hora, sobre o mensalão e o petrolão.”

Com o convite rejeitado, Botelho alfinetou o ex-juiz. “Ou seja, você fugiu do debate. Nós, por outro lado (e não temos chefe), debatemos com qualquer pessoa”, escreveu, em resposta ao tweet de Moro.

Internautas logo passaram a chamar Moro de “arregão” por recusar participar de mais um debate. Em dezembro, Moro negou participar de um debate com o pré-candidato à Presidência Ciro Gomes (PDT), alegando que o pedetista tinha uma “postura ofensiva e agressiva”.

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