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Investigação descarta relação entre vacina e parada cardíaca em criança

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A investigação que apurava o que levou uma menina de 10 anos a sofrer uma parada cardíaca 12 horas após ser vacinada contra a covid-19 em Lençóis Paulista (SP) descartou qualquer relação com o imunizante. A Prefeitura do município chegou a suspender a vacinação infantil, a fim de monitorar as crianças já vacinadas.

De acordo com o Centro de Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado da Saúde, que concluiu a investigação nesta quinta-feira (20), “Não existe relação causal entre a vacinação e quadro clínico apresentado pela criança de 10 anos do município de Lençóis Paulista.”

Criança vacinada em Lençóis Paulista tem doença congênita rara e parada cardíaca não teve relação com o imunizante da Pfizer

Em comunicado, o Governo de São Paulo declarou que a análise do caso da criança foi realizada por um comitê com mais de 10 especialistas e baseada nos exames e dados do seu prontuário. Foi averiguado que  “a criança possuía uma doença congênita rara, desconhecida até então pela família, que desencadeou o quadro clínico.”

Segundo a nota, a menina tem a síndrome de Wolff-Parkinson-White (WPW), um quadro congênito, que leva o coração a ter crises de taquicardia, podendo até mesmo resultar em morte súbita. A criança está estável e segue sendo observada pelos médicos.

Vale lembrar que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e diversos especialistas renomados já haviam confirmado a necessidade, segurança e eficiência da vacina infantil. O prefeito de Lençóis Paulista, Anderson Barros (DEM) disse ao jornal O Globo que mesmo com o resultado da investigação, manterá a vacinação infantil por agendamento até a próxima terça-feira (25), quando acabam os sete dias de suspensão da imunização em massa.

Seguiremos monitorando nossas 46 crianças vacinadas. Na terça-feira, retomamos. Eu acredito na nota informativa do Centro de Vigilância Epidemiológica, nos técnicos e que a vacinação é segura e devemos orientá-la. Sempre fomos a favor da vacinação”, disse Barros.

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