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Gilmar Mendes associa caso Moïse à milícias e cobra Ministério Público

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Em publicação feita no Twitter na noite deste domingo (06), o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, fez uma associação entre o assassinato do congolês Moïse Kabagambe no Rio de Janeiro com mílícias e o “poder paralelo do Estado”.

Na publicação, o magistrado compartilhou a coluna de Elio Gaspari na Folha de SP intitulada “Morte de Moïse joga luz sobre o ambiente em torno de quiosques no Rio”.

Mendes cobrou que o Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) e o Ministério Público Federal (MPF) avancem em investigações relacionadas à milícias.

“A ocupação irregular de áreas estratégicas por grupos de milícias está por trás da crise da segurança pública. O MPRJ e o MPF precisam avançar nessa área. O caso Moïse traça suas raízes no poder do Estado paralelo e na invisibilidade do controle armado”, postou o ministro na noite deste domingo (6).

A coluna de Elio Gaspari compartilhada por Gilmar Mendes faz crítica sà atuação policial no caso de Moïse – congolês que foi espancado até a morte no último dia 24, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro.

Gaspari destaca a demora da Polícia em atuar perante o crime e informa que familiares da vítima relataram que foram intimidadas por dois policiais militares quando se dirigiram ao local do homicídio nos dias posteriores ao crime.

O colunista aponta ainda que um dos acusados de ter espancado o congolês revelou que o dono da quiosque onde ele trabalha era um cabo da Policial Militar do Rio de Janeiro – que administra o local de forma irregular.

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