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André Mendonça tem indicação ao STF aprovada pela CCJ do Senado

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Após 8 horas de sabatina, a indicação do ex-ministro da Justiça e ex-advogado-geral da União, André Mendonça para o cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) foi aprovada na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado nesta quarta-feira (01), por 18 votos a 9. Mendonça foi indicado pelo presidente Jair Bolsonaro. Agora, a decisão final será tomada pelo plenário do Senado.

CCJ aprova indicação de André Mendonça ao STF, que agora será submetida ao plenário

André Mendonça
André Mendonça tem a indicação ao STF aprovada pela CCJ do Senado. | Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Os parlamentares da CCJ começaram a votar durante a tarde desta quarta. Dos 27 votos nesta etapa, Mendonça necessitava de, no mínimo, 14, recebendo 18. Agora, a indicação passa para o plenário do Senado, podendo contar com a participação de 81 membros da casa.

Para ser aprovado nesta segunda etapa – que pode ocorrer ainda hoje -, André Mendonça precisa de pelo menos 41 votos a seu favor, ou seja, a maioria absoluta. Caso consiga, Mendonça ocupará a cadeira que foi do ministro Marco Aurélio Mello desde junho de 1990.

André Mendonça defendeu o estado laico em sabatina

A sabatina realizada nesta quarta teve início às 9h30 e se estendeu por oito horas. André Mendonça falou sobre religião, acordos de delação premiada e sua atuação quando era ministro de Bolsonaro. O advogado e pastor presbiteriano comprometeu-se a defender o estado laico, afirmando que, ainda que seja “genuinamente evangélico”, entende que não há espaço para manifestações religiosas durante as sessões do STF.

“COMO TENHO DITO QUANTO A MIM MESMO, NA VIDA, A BÍBLIA; NO SUPREMO, A CONSTITUIÇÃO”, AFIRMOU MENDONÇA DURANTE SABATINA NA CCJ.

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